Pandemia não é coisa nova

12/05/2020

A presença de uma pandemia que mata milhares, e até milhões de pessoas, em todo mundo é o maior terror que o ser humano pode enfrentar. Em uma época, como a atual, onde os casos que acontecem do outro lado do mundo são noticiados quase que instantaneamente neste lado do globo, o medo e o pânico é muito maior.


A história prova que de tempos em tempos enfrentamos uma onda de mortandade, que choca, horroriza e nos prova. Somos parte de um ecossistema que está em constante provação pelas leis da natureza. Para triunfar temos que evoluir. Nenhuma espécie resiste ao tempo sem a evolução.


A peste-negra, que pode ter sido causada pela peste bubônica, atingiu a Europa no século XIV e matou entre 75 milhões e 200 milhões de pessoas. A varíola atordoou o mundo mais de uma vez. Desde o Egito Antigo até por volta de 1970 pessoas morreram da "doença", que atingia e devastava regiões inteiras.


Desde 1817 os homens enfrentam surtos de Cólera. Nunca se tornou uma pandemia global, mas muita gente já morreu desta doença. Em 1918, quando o mundo já era mais interligado, a Gripe Espanhola matou entre 40 e 50 milhões de pessoas, inclusive o então presidente Brasileiro, Rodrigo Alves.


Não muito longe no tempo em 2009 o mundo enfrentou a H1N1, mas essa era amadora, se comparada com as demais. Morreram "apenas" 16 mil pessoas, mas ela também se espalhou pelo mundo.


E agora temos o Covid-19, uma cepa do Coronavírus, que segundo consta teria penetrado no mundo através do gosto alimentar de um único chinês que decidiu comer morcegos.


O morcego escolhido em um mercado chinês, por esse cidadão de gostos excêntricos, foi o transmissor que está matando milhares de pessoas diariamente no mundo.


Essa não será a última pandemia que a humanidade vai enfrentar, pois, se assim for, significa que não evoluímos e se não evoluirmos, diante das dificuldades, corremos sério risco de extinção.